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Engenheiros da Universidade Stanford desenvolveram uma nova abordagem para fabricar dispositivos que emitem e detectam luz infravermelha utilizando semicondutores descobertos há mais de um século.
   

Engenheiros usam semicondutores descobertos há mais de um século para criar dispositivos infravermelhos mais baratos e eficientes

Engenheiros da Universidade Stanford desenvolveram uma nova abordagem para fabricar dispositivos que emitem e detectam luz infravermelha utilizando semicondutores descobertos há mais de um século.

Imagem da capa: Medição comparativa das fronteiras planetárias e proposta de limites de emissões de carbono baseados em fluxos. Crédito: Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST).
    

Emissões de carbono já ultrapassam mais que o dobro do limite seguro do planeta

Um novo estudo indica que as emissões globais de dióxido de carbono (CO₂) já ultrapassam em mais do que o dobro o limite considerado seguro para o sistema terrestre.

NOTÍCIAS

Engenheiros da Universidade Stanford desenvolveram uma nova abordagem para fabricar dispositivos que emitem e detectam luz infravermelha utilizando semicondutores descobertos há mais de um século.
   

Engenheiros usam semicondutores descobertos há mais de um século para criar dispositivos infravermelhos mais baratos e eficientes

Engenheiros da Universidade Stanford desenvolveram uma nova abordagem para fabricar dispositivos que emitem e detectam luz infravermelha utilizando semicondutores descobertos há mais de um século.

Imagem da capa: Medição comparativa das fronteiras planetárias e proposta de limites de emissões de carbono baseados em fluxos. Crédito: Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST).
    

Emissões de carbono já ultrapassam mais que o dobro do limite seguro do planeta

Um novo estudo indica que as emissões globais de dióxido de carbono (CO₂) já ultrapassam em mais do que o dobro o limite considerado seguro para o sistema terrestre.

Um estudo publicado na revista Nature Methods apresenta uma nova abordagem de fenômica em larga escala capaz de produzir imagens tridimensionais extremamente detalhadas de formigas de diferentes regiões do planeta, criando uma biblioteca digital que permite explorar a anatomia desses insetos com um nível de precisão raramente alcançado em estudos de biodiversidade.
  

Imagens 3D de alta resolução revelam a diversidade global das formigas

Um estudo publicado na revista Nature Methods apresenta uma nova abordagem de fenômica em larga escala capaz de produzir imagens tridimensionais extremamente detalhadas de formigas de diferentes regiões do planeta, criando uma biblioteca digital que permite explorar a anatomia desses insetos com um nível de precisão raramente alcançado em estudos de biodiversidade.

Um estudo publicado na revista Journal of Geophysical Research: Planets analisou partículas microscópicas trazidas à Terra pela missão japonesa Hayabusa2 a partir do asteroide 162173 Ryugu e revelou que esses grãos preservam um registro magnético que remonta aos primeiros milhões de anos do Sistema Solar.
  

Amostras do asteroide Ryugu preservam registro magnético dos primeiros milhões de anos do Sistema Solar

Um estudo publicado na revista Journal of Geophysical Research: Planets analisou partículas microscópicas trazidas à Terra pela missão japonesa Hayabusa2 a partir do asteroide 162173 Ryugu e revelou que esses grãos preservam um registro magnético que remonta aos primeiros milhões de anos do Sistema Solar.

Exploramos o confronto entre a busca humana por sentido e o silêncio de um universo que não responde, um dilema formulado por Albert Camus, presente na literatura de Franz Kafka e simbolizado no mito de Sísifo, condenado a empurrar eternamente sua rocha montanha acima.
  

Humanos, carregadores de rochas

Exploramos o confronto entre a busca humana por sentido e o silêncio de um universo que não responde, um dilema formulado por Albert Camus, presente na literatura de Franz Kafka e simbolizado no mito de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima.

Para mim, há algo profundamente simbólico no fato de que um dos mais contundentes defensores do pensamento crítico do século XX tenha sido um mágico.
   

O mágico que desmascarou fraudes paranormais e revelou algo sobre nós

Para mim, há algo profundamente simbólico no fato de que um dos mais contundentes defensores do pensamento crítico do século XX tenha sido um mágico.

Discussões sobre impostos costumam aparecer como assuntos técnicos, quase restritos a especialistas. Mas, quanto mais me aproximo desse tema, mais claro fica que isso é apenas parte da história. Sob minha percepção, todo sistema tributário também é uma escolha moral e política, pois cada um revela quem cada sociedade acredita que deve sustentar o Estado, quem merece proteção contra certos custos e quem pode arcar com maiores custos coletivos. Foi a leitura de um artigo recente do economista brasileiro Marcelo R. Santos, professor sênior de Macroeconomia na Universidade de Glasgow, publicado no The Conversation Brasil, que me levou a considerar a pergunta que dá título a este texto.
    

E se tributássemos o que as pessoas gastam ao longo da vida e não o que ganham?

Discussões sobre impostos costumam aparecer como assuntos técnicos, quase restritos a especialistas. Mas, quanto mais me aproximo desse tema, mais claro fica que isso é apenas parte da história. Sob minha percepção, todo sistema tributário também é uma escolha moral e política, pois cada um revela quem cada sociedade acredita que deve sustentar o Estado, quem merece proteção contra certos custos e quem pode arcar com maiores custos coletivos. Foi a leitura de um artigo recente do economista brasileiro Marcelo R. Santos, professor sênior de Macroeconomia na Universidade de Glasgow, publicado no The Conversation Brasil, que me levou a considerar a pergunta que dá título a este texto.

    

Crônicas dos aguardadores da providência divina: entre a fé e a fome

Em certas passagens do Evangelho, é aconselhado agir com serenidade. Em Mateus 6:28-30, Jesus diz “observai os lírios do campo”, afirma que nem mesmo Salomão (rei rico e símbolo máximo de prosperidade) se vestiu como eles e conclui que, se Deus veste até a erva que logo perece, quanto mais vestirá os homens, a quem chama de “homens de pouca fé” por se angustiarem com o vestuário.

VÍDEOS

O que o caso do cachorro ORELHA diz sobre NÓS
   

O que o caso do cachorro ORELHA diz sobre NÓS

O que aconteceu com o cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, Santa Catarina, em 4 de janeiro de 2026, não é apenas um crime contra um animal, mas um episódio que nos obriga a perguntar, para nós mesmos, que tipo de relação moral ainda conseguimos manter com aquilo que é frágil. Isso mesmo: “nós”. Porque pessoas fizeram aquilo, então a falha é humana.